Como funciona a mediação e a conciliação em Brasília: guia para contratar
- gil celidonio
- 2 de jan.
- 2 min de leitura
A mediação e a conciliação são métodos ágeis e confidenciais para resolver conflitos em Brasília sem recorrer a longas disputas judiciais. Na mediação, o mediador facilita o diálogo para que as próprias partes construam a solução. Na conciliação, o conciliador pode sugerir caminhos práticos para o acordo. Em ambos os casos, você ganha tempo, reduz custos e preserva relações.
Quando usar em Brasília
Conflitos imobiliários e de condomínio (aluguéis, benfeitorias, taxas).
Questões empresariais e societárias (fornecimento, parcerias, faturamento).
Relações de consumo e garantias.
Contratos de prestação de serviços e inadimplência.
Família e sucessões (guarda, visitas, partilhas), quando adequado.
Como funciona na prática
Passo a passo
Contato e triagem: você apresenta o caso a uma câmara de mediação/conciliação ou ao CEJUSC do TJDFT.
Convite à outra parte: é agendada a sessão, com data e regras de confidencialidade.
Sessão: cada lado expõe seus interesses; o profissional facilita o entendimento e, na conciliação, pode sugerir propostas.
Acordo: se houver consenso, o termo é assinado. Pode ser homologado judicialmente no TJDFT, tornando-se título executivo judicial.
Cumprimento: as partes executam o que foi pactuado; em caso de homologação, o acordo é exigível em juízo.
Diferenças entre mediação e conciliação
Mediação: foco no diálogo; solução construída pelas partes; indicada para relações contínuas.
Conciliação: abordagem mais direta; profissional pode sugerir caminhos; ótima para questões pontuais.
Ambas: são voluntárias, confidenciais e reconhecidas pela Lei 13.140/2015 e pelo CPC/2015.
Vantagens para você e seu negócio
Economia: custos geralmente menores que um processo judicial.
Rapidez: muitos casos se resolvem em 1 a 3 sessões.
Confidencialidade: protege a imagem da empresa e dados sensíveis.
Previsibilidade: regras claras e agenda definida.
Segurança jurídica: acordo pode virar título executivo judicial ou extrajudicial.
Prazos e custos em Brasília
O que esperar
Em média, as sessões duram 1–2 horas e os acordos costumam sair entre a 1ª e a 3ª reunião. Câmaras privadas oferecem tabelas transparentes e pacotes por sessão. Programas públicos, como os CEJUSCs do TJDFT, costumam ser gratuitos, conforme o caso. Compare propostas e prazos antes de contratar.
Como escolher a melhor câmara em Brasília
Verifique credenciamento, reputação e experiência no seu setor.
Peça currículo dos mediadores/conciliadores e casos semelhantes.
Avalie transparência de custos, política de cancelamento e prazos.
Confirme formatos: presencial no Plano Piloto/Águas Claras ou online.
Cheque regras de confidencialidade e imparcialidade.
Perguntas rápidas
E se a outra parte não quiser participar?
A participação é voluntária, mas um convite formal e uma proposta clara de benefícios (tempo e custo) aumentam a adesão. Em processos já em curso, o juiz pode designar audiência de conciliação.
O acordo tem validade jurídica?
Sim. O termo assinado é título executivo extrajudicial e pode ser homologado no TJDFT para maior força executiva, conforme a Lei 13.140/2015 e o CPC/2015.
Posso iniciar mesmo com ação judicial em andamento?
Sim. Você pode pedir a suspensão do processo para tentar compor por mediação ou conciliação, preservando prazos essenciais.
Pronto para resolver seu caso em Brasília?
Dê o primeiro passo hoje. Leve seu conflito para uma mesa de negociação profissional e transforme problemas em acordos sustentáveis, com previsibilidade de custos e prazos.




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